segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Gabarito do exercício da 3001 e 3002

Pra quem faltou e não pegou, as respostas estão aqui:

Relação entre os seres vivos: Luta pela vida

pág 08:

1. Orquídeas e árvores: inquilinismo (epifitismo). Relação ecológica na qual um organismo vive dentro ou acima de outro, sem prejudica-lo.
Microrrizas são raízes associadas a fungos: mutualismo. Relação na qual há vantagem recíproca e obrigatoriedade.
Liquens: algas e fungos: mutualismo. Relação na qual há vantagem recíproca e obrigatoriedade.

2.
a) comensalismo (+/0)
b) mutualismo (+/+)
c) parasitismo (hemiparasitismo (+/-)
d) Inquilinismo (epífitas) (+/0)
e) competição interespecífica (-/-)
f) parasitismo (+/-)
g) predatismo carnivoria (+/-)
h) predatismo herbivoria (+/-)

3.
a) O valor K representa a capacidade limite do meio (carga biótica) que é o tamanho máximo da população a qual o ambiente é capaz de suportar.
b) As duas espécies utilizam os mesmos recursos alimentares, ocupando o mesmo nicho ecológico. Quando colocadas no mesmo frasco, ocorre competição (interespecifica), sobrevivendo a espécie que melhor explora o ambiente.

pág 09

4. Ao ser introduzida no ambiente, a espécie C manteve uma relação harmônica interespecífica A, podendo ser uma protocooperação, que trouxe benefícios a ambas. A espécie C manteve uma relação desarmônica interespecífica de competição com a espécie B, podendo também ocorrer o predatismo de C em B.

5.
a) Nesse período, ocorreu um crescimento exponencial da população em consequência da abundância de alimentos e da ausência de predadores.
b) Nesse período, ocorreu uma redução acentuada do tamanho da população em consequência da degradação do ambiente causada pelo excesso de renas.

6. A: carga biótica máxima; B: potencial biótico; C: Crescimento real; D: resistência do meio.

7.
a) V b) F c) F d) V e) F

pág 10

8. B
9. B
10. A
11. D

Alterações ambientais: Ameaças à biosfera

pág: 18

1.
a) Problemas neurológicas devido ao mercúrio presente nos peixes contaminados.
b) Intoxicação, provocando o envenenamento e a morte dos animais.
c) O processo denomina-se eutrofização; a solução é o tratamento do esgoto e a despoluição da água do rio.
d) A consequência seria o assoreamento do rio.

pág 19

2.
a) Intensificação do efeito estufa - Causa: liberação de gases (CO2 e CH4) em decorrência de queima de combustíveis fósseis, queimadas, pecuária intensiva, etc. Consequência: aumento da temperatura global, derretimento de calotas polares ou alterações climáticas.
Chuva ácida - causa: poluição da atmosfera com ácidos (nítrico ou sulfúrico) decorrentes de atividade industrial, queima de combustíveis fósseis, etc. Consequência: corrosão de monumentos, contaminação do solo e danos à biodiversidade pela acidez da água.
b) Exemplo de desequilíbrio natural - eutrofização (fezes de aves migratórias). Consequências: erupção vulcânica, terremotos ou maremotos.

3.
a) A concentração de oxigênio diminui porque as manchas de petróleo impedem que a luz do Sol penetre na água. Portanto, os organismos clorofilados marinhos não realizam fotossíntese.
b) Os poluentes marinhos podem ser tóxicos às aves que podem não conseguir voar, pois ficam com as penas encharcadas de petróleo ao mergulhar no mar. Verifica-se também a redução da disponibilidade de alimentos de origem marinha.

4. Na situação A, devido ao fenômeno da eutrofização, há uma proliferação generalizada de micro-organismos, levando a uma diminuição da entrada de luz na água e da disponibilidade de oxigênio. Esse fato provoca a morte dos organismos aeróbios e a proliferação de micro-organismo aneoróbios.
Na situação B, a menor concentração da matéria orgânica aumenta a incidência da luz favorecendo a fotossíntese e aumentando o nível de oxigênio.

5.
a) O fenômeno denomina-se magnificação trófica.
b) O chumbo não é metabolizado e, por isso, não pode ser eliminado do organismo. Assim, essa substância se acumula cada vez mais nos corpos dos últimos níveis tróficos das cadeias alimentares. Outros exemplos: mercúrio, defensivos agrícolas (DDT), etc.

6. C

Pág. 20

7. D
8. E
9. B
10. V, V, V, V, V.
11. V, V, V, V, F.

Introdução ao evolucionismo: Modificações nas espécies.

Pág 28.

1. A interpretação é lamarckista, pois sugere que o animal se modifique para adaptar-se às mudanças ambientais.

2.
a) Seleção sexual (escolha do parceiro para cópula) ocorre em determinadas espécies cuja fêmea escolhe o macho com qual deverá copular, por meio da seleção de características específicas, como porte físico, agressividade, beleza, coloração, etc. A escolha da fêmea pelo macho também pode ocorrer. A seleção sexual ocorre na intenção de selecionar o indivíduo que apresente melhores características genéticas a serem transmitidas aos descendentes.
b) Os pavões com a cauda maior e mais colorida são preferidos pelas fêmeas. Entre alguns pássaros, o feitio do ninho pode selecionar o macho mais apto. Também são preferidos por suas fêmeas os leões mais agressivos, os veados com chifres maiores, etc.

3. O predador seleciona os indivíduos menos adaptados que não poderão mais se reproduzir e não deixarão seus genes para os defeitos musculares ou de visão. Sendo assim, os novos indivíduos gerados terão menor probabilidade de apresentar os defeitos.

4.
a) Segundo a Teoria da Evolução de Darwin, seria esperado que o número de indivíduos da espécie residente com o bico mais largo aumentasse, pois eles conseguiram se alimentar das sementes maiores, consequentemente, apresentariam uma chance maior de sobrevivência e de reprodução, produzindo um maior número de descendentes. Os indivíduos com bicos menores teriam menor quantidade de sementes à disposição, pois não conseguiram se alimentar das sementes maiores e muitos morreriam de fome, o que ocasionaria um menor número de descendentes. Assim, é esperado que haja um aumento no tamanho médio do bico da população de tentilhões residentes.
b) O mecanismo evolutivo envolvido envolvido é a seleção natural.
c) Com o estabelecimento da competição por alimento, os tentilhões invasores, que possuem bico maior, teriam vantagem em relação à obtenção das sementes maiores. O número de indivíduos com bico maior, da espécie nativa, tenderá a diminuir.
d) Os indivíduos de bico menor alimentar-se-ão das sementes menores disponíveis, aumentando, assim, o seu número descendentes. Assim, o tamanho médio do bico dos tentilhões residentes tenda a diminuir.

5. D

Pág. 29

6. 01, 04
7. 01
8. B
9. A
10. E

Pág. 30

11. C
12. D
13. A
14. B

Teoria sintética da evolução: Fatores e evidências do processo evolutivo.

Pág 38

1.
a) Ocorrência de um nicho disponível, falta de competidores, predadores e parasitas.
b) Ocorre o isolamento geográfico, que, provavelmente, levou a um isolamento reprodutivo. Isso caracteriza o processo de especiação.

2.
a) O ancestral hipotético, não alado, espalhou-se pela Terra numa épca em que o ambiente era formado por uma única massa continental (Pangeia); com a deriva continental (separação dos continentes), os diferentes grupos ficaram isolados uns dos outros, originando as espécies citadas com o decorrer do tempo.
b) Especiação, que é um processo constituído das seguintes fases: isolamento geográfico; mutações e seleção natual; e isolamento reprodutivo.

Pág 39

3. X: mutação; Y: recombinação; e Z: seleção natural.

4. AS mutações são as causas das mudanças genéticas que ocorrem com os seres vivos. Já a seleção natural atua na variação, ou seja, aquele indivíduo que possui uma variação favorável é selecionado pelo ambiente. Portanto, a seleção natural altera a frequência dos genes, reduzindo a variação.

5. A mutação em M melhora a sua relação com as exigências do meio, tornando o indivíduo mais apto à sobrevivência nesse tipo de ambiente.

6. B
7. A
8. D
9. A

Pág 40

10. A
11. D
12. D
13. 02, 08.